EMATER e Cresol lançam projeto Sementes para a Vida

No dia 15 de agosto, na Cooperativa Cresol ocorreu o lançamento do projeto Sementes para a Vida, que é coordenado pela EMATER e CRESOL de Antônio Prado. O projeto tem como objetivo resgatar sementes crioulas que hoje estão esquecidas, e fazer com que a população não perca o hábito de consumo desses alimentos nutritivos. Para isso, sementes crioulas compradas do agricultor Vilmar Menegatti, que possui um rico acervo de culturas em sua propriedade, serão distribuídas em pequenas quantidades às pessoas interessadas em serem guardiões das espécies. 

As pessoas com interesse em participar do projeto, irão receber uma quantidade de sementes e ficarão com o compromisso de cultivar, secar e entregar o dobro do que receberam. Para isso, receberão orientação técnica do escritório Municipal da EMATER de Antônio Prado sobre cultivo e cuidados em gerais para que as sementes mantenham sua originalidade. 

Dentre as sementes que serão distribuídas no início do projeto se destacam as de: milho crioulo, pipoca, feijão, melancia amarela, abóbora; lembrando que todas as espécies são crioulas e são de várias formas, como o caso do milho roxo, melancia amarela, feijão. 

Segundo os coordenadores do projeto, este com o tempo, tem a intenção de ser ampliado para as escolas interioranas, afim de que os alunos reconheçam a importância de se consumir um alimento nutritivo, e para que detenham a prática de cultivar alimentos de forma agroecológica. 

Sendo assim, se você tem interesse em cultivar as sementes, inscreva-se junto ao escritório Municipal da EMATER, ficando desde já no compromisso de ser multiplicador de ideias e de sementes. Após, será realizado um dia de campo para entrega das sementes crioulas, bem como informar aos guardiões como se realiza o plantio, os cuidados, e a secagem, com data a ser previamente agendada. 

O projeto faz parte de uma das ações desenvolvidas pelo Plano Social do Escritório Municipal da EMATER de Antônio Prado, e terá um longo caminho a percorrer, com muitas ações visando à segurança e a soberania alimentar dos envolvidos com a ação, bem como da comunidade em geral. “Nesse sentido, é uma vitória para a comunidade poder resgatar essas espécies, pois possuem alto valor nutritivo”, destaca a extensionista Luciana Fagundes. 

A EMATER estará à disposição para eventuais dúvidas a respeito do projeto, e convida aos interessados a conhecer, apoiar e trocar ideias sobre as atividades a serem desenvolvidas durante a execução do projeto. 

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